Poema ao astro
O mar é grande
A vida é curta
Tudo é tão paradoxal
Antes eras trevas
Agora estás clara
Teus raios, eu vejo ainda que tímidos
Cintilam no horizonte vertical
sei que há anjos observando-te
Não tenho ciúmes
E isto não irrita, mas atiça
a minha vontade de contemplar-te
Clareia meu horizonte vertical
Faz-me abrir os olhos
Desperta-me dos meus sonhos
E me faz repousar na minha realidade
Nem tudo o que faço é para ti
Mas tudo o que tu fazes atinge-me
Desculpe-me
Não sabia até hoje que tu importava-se
a tal ponto de me dar o teu calor
Oh Sol da minha vida.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
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