segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Poema 17



Dias de folia
Hoje é dia de folia
Mas a melancolia é minha amiga
Momo à tomar conta da cidade
E a alegria sem cessar
Quando eramos todos felizes
Por quatro dias sem contas à pagar nem fidelidades à prestar
Eramos tão felizes assim
Tantas brincadeiras, molha-molha mela-mela
Tantas fantasias à vestir, pirata, bruxo , anjo, diabo, mago
Mas a que eu mais gostava de vestir
Era a pierrot
Pra ficar na alegria o dia inteiro sem te esquecer
Pois havia annda em mim
Uma lágrima no rosto por lembrar de ti


quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Poema 16




Poesia da certeza


Agora eu vejo
Vejo claramente que tudo que existia
Na minha cabeça
Não era fruto de uma mente
Perturbada, alucinada, enlouquecida
Só conseqüência do passado que queria voltar
E eu nem percebia
Antes não entendia como as pessoas
Gostavam tanto deste lugar chamado TERRA!
Agora eu vejo
Claramente a vida

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Poema 15


poesia de incerteza

Eu preciso escrever compulsivamente?
Como um pulmão precisa de ar!
Isso aqueta minha alma, me tira a ânsia
Antes eu tinha um medo mórbido da morte,
Hoje o mórbido é o desejo que (eu) sinto por ela
Às vezes não sei como as pessoas conseguem guardar
Na cabeça tanta coisa, eu não consigo!
Eu me humilho
Eu me mimo
Eu me abomino
Eu me acho estranha
Minha alma só descansa na ponta da esfera que
Gera minhas idéias
Eu não sei o sentido da vida
Sofrer e sofrer
E ainda quer mais, é doentio...
Eu não presto...
Eu não presto atenção em nada
(eu)acho que já enlouqueci
E enlouqueceram todos
Minha alma precisa de abrigo e conforto


quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

poema 14


Fim de Caso


Você beijou-me, abraçou-me com tanta força

Pensara eu,ah..., que nunca nos...

Poucas palavras ditas muitos olhares compreendidos

Mão que sempre nervosas

Procuravam-se

Toques, sussuros e desejos

Tínhamos tudo

Sei agora que me buscas por obrigação

Que seus lábios tocam os meus

Mas pensas em outros

Não procura mais minha boca,meus braços

Foges dos meu olhares

Não ver mais meus pensamento

Não decifra os desejos como antes

Muito se fala pouco se compreende

Cadê você que não está mais aqui?

Só há um corpo presente e um espírito longe

tu és alma flutuante.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

poema 13

A Máquina do Tempo
Camões)

Por ti eu inventaria a máquina do tempo

Só para tocar-te

Estudaria álgebra, geometria , química quântica, física nuclear

Nem sei se as compreenderias mas faria o impossível para entende-las

E ver-te

Não como num quadro em pintura a tinta óleo

E sim como numa fotografia

Esta máquina me tele transportaria do contemporâneo

Até a época em que viveste

O que seria de mim e de ti

Se não fossem os livros