
poesia de incerteza
Eu preciso escrever compulsivamente?
Como um pulmão precisa de ar!
Isso aqueta minha alma, me tira a ânsia
Antes eu tinha um medo mórbido da morte,
Hoje o mórbido é o desejo que (eu) sinto por ela
Às vezes não sei como as pessoas conseguem guardar
Na cabeça tanta coisa, eu não consigo!
Eu me humilho
Eu me mimo
Eu me abomino
Eu me acho estranha
Minha alma só descansa na ponta da esfera que
Gera minhas idéias
Eu não sei o sentido da vida
Sofrer e sofrer
E ainda quer mais, é doentio...
Eu não presto...
Eu não presto atenção em nada
(eu)acho que já enlouqueci
E enlouqueceram todos
Minha alma precisa de abrigo e conforto
Eu preciso escrever compulsivamente?
Como um pulmão precisa de ar!
Isso aqueta minha alma, me tira a ânsia
Antes eu tinha um medo mórbido da morte,
Hoje o mórbido é o desejo que (eu) sinto por ela
Às vezes não sei como as pessoas conseguem guardar
Na cabeça tanta coisa, eu não consigo!
Eu me humilho
Eu me mimo
Eu me abomino
Eu me acho estranha
Minha alma só descansa na ponta da esfera que
Gera minhas idéias
Eu não sei o sentido da vida
Sofrer e sofrer
E ainda quer mais, é doentio...
Eu não presto...
Eu não presto atenção em nada
(eu)acho que já enlouqueci
E enlouqueceram todos
Minha alma precisa de abrigo e conforto


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